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Darwin’s Café, Belém

Procurando por um restaurante à beira Tejo, eu e o resto da família resolvemos experimentar o Darwin’s Café. Enviámos um email a pedir a reserva um dia antes e como não houve resposta, tentou-se o(s) telefone(s) mas encaminhavam sempre para o email, teria de ser por esse meio a marcação da reserva. Ok, assim foi.

Hoje e ainda sem a confirmação, lá estávamos e pudémos constatar a bela e cuidada decoração:

Recepção

Mesa

Quanto à reserva, fomos informados através duma desculpa esfarrapada que tem havido uns “problemas” no computador, evitando dizer, portanto, que foram incompetentes e se esqueceram de marcar o pedido tal como também se esqueceram do mais elementar, responder ao email.
Paciência, restaurantes não faltam, incompetentes dispenso…

Preços: €20-€25
Atendimento: Nem mentir sabem…
Estilo: Internacional
Pratos: —————-
Classificação pessoal: 1/10 (apenas pela decoração)

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Retiro da Algodéia, Setúbal

Setúbal, cidade conhecida pela indústria que a envolve, pelo azul do rio Sado que a banha e pelo excelente peixe que nos oferece na mesa. Confesso que por mais duma vez dou lá um salto para dar um passeio e para desfrutar do famoso choco frito ou então pelo peixe grelhado no Retiro da Algodéia.

Este restaurante fica localizado junto ao estádio do Bonfim, situado numa antiga fábrica, julgo que de conservas, e como tal é um restaurante amplo, fresco e bastante agradável. Logo à entrada somos convidados a bebericar um moscatel de Setúbal para abrir o apetite o que se pode considerar que sabem como receber uma visita faminta.

Moscatel

No lado esquerdo da entrada estão os vários grelhadores e o muito peixe fresco em cabazes para nos saciar os desejos. Podemos e devemos dar uma visita a esse mostruário para sabermos o que há e o que nos cria mais água na boca, antes de nos irmos sentar a uma das centenas de mesas disponíveis.

Além do enorme espaço e da altura do tecto que nos chama à atenção, uma palmeira protegida por uma parede de vidro que sobe para além do telhado é nos surpreende naquele local.

Palmeira

Bom, indo à “vaca fria”, ou seja, aos pratos propriamente ditos, não tem muita ciência nem muita arte: peixe grelhado à escolha acompanhado por batatas cozidas com pele e salada ao gosto de cada um. A caldeirada é outra das escolhas muito procuradas, não sei se pelo excelente sabor se pela enorme quantidade que nos colocam à frente em cima da mesa. Para regar o peixe a escolha de vinhos é variada e mesmo o jarro de vinho branco fresco ou a sangria é uma delícia que até Baco adoraria provar.

O serviço é rápido, não há muita atenção para com o cliente, há que ser rápido, cordial, educado, nada de mimos, basta o bom peixe para nos mimar. Mas se quisermos ter a atenção de todos os presentes é só falar mal do Vitória…. 🙂

Vitória de Setubal

O Retiro da Algodéia fecha à segunda mas já o apanhei fechado a um sábado ao jantar, confirmem antes de lá ir, just in case…

Preços: €15-€20
Atendimento: Simpático mas rápido
Estilo: Típico português
Pratos: Peixe grelhado, caldeirada
Classificação pessoal: 7/10

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Casa Nepalesa

Aproveitei a ida às avenidas novas para tratar duns afazeres e fui experimentar a Casa Nepalesa, restaurante já me recomendado pela comida, pelas instalações e por pertencer ao mesmo dono do Come Prima. Eis a entrada do restaurante que deixa logo qualquer um curioso com o que irá encontrar dentro:

Entrada

Somos recebidos com toda a delicadeza à entrada e educadamente encaminhados à mesa reservada. Tanta a cordialidade quanto aquela que somos brindados no fim à saída pelos colaboradores que se posicionam junto à porta de saída com as mãos juntas a agradecer a nossa visita. Gostei do pormenor, tal como as roupas típicas do Nepal que trajam.

Eis o salão, com o tecto em madeira e as paredes revestidas a pedra com algumas peças de estilo Nepalês a ornamentá-las:

Salao

Sempre com música calma para relaxar o ambiente o que é sempre agradável, já desagradável e muito é o fato de se poder fumar neste restaurante. Se para muitos isso até que seja bom e para outros seja lhes indiferente, para as crianças não o é e por isso desaconselho as famílias com crianças de irem a esse restaurante.

Somos brindados com uns petiscos deliciosos feitos no momento e que podem ser acompanhados com vários molhos, picantes, agridoces, doces. Só um senão, sabem a pouco… 🙂

entrada

O pão é de estilo indiano, mas aqui designa-se por “roti”, uma tentação! Optámos por vários pratos de base de frango, “Kukhura”, que deixámos sem vestígios de comida ao fim de poucos minutos. O arroz é servido em dose XL num balde de bronze, delicioso como eles tão bem sabem fazer. Mas outras variedades de pratos não faltam, tem especialidades com gambas, cabrito e, claro, excelentes pratos vegetarianos.

As sobremesas são aparentemente vulgares mas apenas de nome, aconselho a “Mithai ko thali” para duas pessoas por ser uma sobremesa tripla! São três sobremesas diferentes para experimentar e saborear:

sobremesa

Estão abertos todos dias, bom ambiente, boa comida, muita simpatia, e … fumadores.

Preços: €15-€20
Atendimento: Atenciosos e simpáticos
Estilo: Típico do Nepal
Pratos: Comida Nepalesa
Classificação pessoal: 7/10

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Workshop de Bolos Decorados


Embora não tenha publicado muito por aqui sobre as minhas experiências culinárias, cá as vou fazendo mas sem o sucesso que mereçam ser aqui publicadas. Entretanto fui desafiado pela minha esposa para um pequeno curso sobre decoração de bolos, mais corretamente um workshop no Istofaz-se, desafio esse que aceitei já que o saber não ocupa lugar. E ainda bem pois aprendi como enriquecer e embelezar um simples e vulgar bolo caseiro, valorizando-o pelo menos o triplo!
Deixo aqui umas fotos do workshop para picar a vossa curiosidade.

A matéria prima e as ferramentas:
Matéria prima e ferramentas

Cobrindo os bolos com pastas de açúcar coloridas:
Cobrindo os bolos

A minha esposa construindo um ursinho de peluche:
Criando um ursinho de peluche

A obra prima da minha esposa:
Obra prima da minha cara metade

A minha obra prima:
Minha obra prima

As obras primas acima mostradas acabam por não ser nada de especial, mas as técnicas foram aprendidas, muitas ideias foram absorvidas e a imaginação é o limite!
Aguardem pelos resultados!

São servidos???

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Pão de Laranja

Este pão tem sido um ver se te avias cá por casa, parece um pão de brioche, doce quanto baste, fofinho e perfumado a laranja. A receita original vem incluída na minha MFP, a Taurus Mybread, mas claro que a alterei e optimizei. Este é o resultado visual à saída da MFP, ainda a fumegar:

Pão Laranja 1

Ingredientes:
300 ml sumo de laranja e respectiva polpa
2 colheres sopa vinho do porto
1/2 colher sopa sal
50 g manteiga (ou margarina mas não é tão bom…)
Raspas das laranjas
4 colheres sopa leite em pó
4 colheres sopa açúcar amarelo (gosto do pão docinho 🙂 )
420 g farinha trigo
80 g farinha de arroz (melhora o resultado final 😉 )
2 colheres café fermento seco

Preparação:
Como de costume, líquidos primeiro, sólidos depois. Reserve as raspas para juntar ao preparado quando a MFP apitar. Programa básico, tostar médio.

Pão Laranja 2

Não é lindo?? 🙂

Pão Laranja 3

Servidos?

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Ubuntu

13/06/2010 1 comentário

Ubuntu é uma ética ou ideologia de África. É uma filosofia Africana que existe em vários países de África que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser “humanidade para com os outros”. Uma outra tradução poderia ser “a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”. Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu: Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.

Por esta filosofia, a palavra Ubuntu foi a escolhida para dar nome à mais famosa distribuição de GNU/Linux e que tem revolucionado o mercado do software livre e proprietário pelo mundo.

Foi com agrado que vi no quiosque esta garrafa de vinho que vinha como uma “oferta” do jornal Público, vinho do Douro a que lhe atribuíram o nome de Ubuntu. Bom, partilhar um vinho com os nossos amigos será dar continuidade à ideologia do Ubuntu e como tal lá tive que trazer uma para casa….

Ubuntu no estado liquido

Ubuntu

Fontes: Wikipedia

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Pães de Deus

A Nacional lançou mais uma farinha, a farinha preparada para Pão de Brioche, e após alguma hesitação lá resolvi levar uma embalagem para experimentar. Já tinha referido noutro artigo neste blogue que não tinha tido boa impressão com a qualidade e muito menos com o preço, do preparado para pão de brioche da Branca de Neve, de modo que levei esta embalagem com um pé atrás.

Já em casa é que reparei nas receitas que vem na traseira da embalagem e resolvi optar por experimentar o Pão de Deus. E não é que fiquei surpreso pelo resultado que esta farinha me proporcionou!! A farinha após amassada e levedada, resulta numa massa excelente que tanto serve para fazer pão de brioche, pão de leite ou pão de deus. Eis a pinta do resultado, ainda quentes:

Pao deus 2

Ficaram mesmo deliciosos e se pudéssemos tínhamos limpado os 17 sem esforço algum! Eis a receita com pequenas alterações mas apenas no modo do preparo:
235 ml água morna
500 g farinha Pão de Brioche da Nacional
2 ovos
100 g coco ralado
100 g açúcar

Preparação:
Colocar a água e depois a farinha na MFP, programa “Amassar” e esperar que termine. Quando terminar, retirar a massa para uma superfície enfarinhada e dividi-la em cerca de 16 bolas com o tamanho médio dum ovo grande. Coloquei depois as bolas num tabuleiro e deixei-as no forno a 50º por cerca de 45 minutos, até crescerem pelo menos o dobro.
Retirar as bolas do forno e pincelá-las com ovo batido. Fiz a cobertura misturando o coco ralado com o açúcar e o outro ovo batido, colocando-o depois sobre as bolas.
Voltam ao forno por cerca de 15 minutos a 200º e depois é só deliciarem-se com elas…

Pão de Deus 1

São servidos?

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